Essa é boa. Leiam:
O imbroglio começou quando Amorim, acompanhado pelo assessor de relações internacionais do presidente Lula, Marco Aurelio Garcia, e o embaixador brasileiro na Argentina, Enio Cordeiro (e três correspondentes brasileiros) saiu da Casa Rosada – o palácio presidencial – onde havia participado da cerimônia de inauguração da “sala de heróis latino-americanos” (uma sala que reúne quadros de heróis dos países da região) e foi barrado ao tentar atravessar a Praça de Maio.
Anacronikus:
O nanico e o TOP TOP ficaram vagando pelas ruas de Buenos Aires feito peru bêbado em dia de natal.
Andou, andou....andou...tá andando até agora.
O Estadão traz o roteiro do perdido Amorim e do tartarento ( AQUI ).
Se tivesse no Irã tinha a companhia da guarda revolucionário do maluco.
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